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Basta! Contra os retrocessos e desmontes. Em defesa dos direitos dos trabalhadores e dos serviços públicos

09/08/2018

O país vive um momento extremamente delicado. Golpistas tomaram o poder e se articulam para permanecer no governo com o intuito único de retirar direitos dos trabalhadores e entregar a nação a banqueiros e instituições estrangeiras. Precisamos dar um basta a tudo isso.

Argumenta-se que o Estado brasileiro é inchado. Só não é inchado para financiar o rentismo e a chamada bolsa empresário, com suas isenções escandalosas. A tese de um Estado “gigante” não se sustenta em um país em que a população esbarra num serviço público precarizado, onde servidores lutam cotidianamente para prestar os serviços que a população tem direito. Professores, médicos, enfermeiros, policiais, bombeiros, e uma infinidade de outros profissionais, injustamente colocados como responsáveis por uma política de desmonte que atinge diretamente a cidadania.

Se analisarmos pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), o Brasil possui cerca de 3,12 milhões de servidores públicos – apenas 1,6% da população brasileira.  Na Noruega e na Dinamarca, exemplos de cidadania, bem-estar, educação e saúde, pelo menos 1 de cada 3 trabalhadores são funcionários públicos.

Falar de serviço público de qualidade é defender a garantia de exercício efetivo da cidadania. Falar de serviço público de qualidade é defender o papel do Estado na promoção dos direitos sociais e do bem-estar da sociedade.

Defender um serviço público de qualidade é lutar pela capacidade do país resolver um imenso passivo para com a grande maioria da população: um passivo que envolve saneamento básico, educação, moradia, segurança, emprego e condições dignas para todos. Coisas que o mercado nunca deu e nunca dará.

Defender um serviço público de qualidade é lutar pela capacidade do país enfrentar seus desafios, romper o ciclo recessivo imposto pelas políticas irresponsáveis de austeridade e de fragilização completa do Estado.

Defender um serviço público de qualidade é lutar pela capacidade de o país proteger o seu mercado interno e enfrentar a concorrência internacional e os ataques à soberania nacional.

Falar de um serviço público de qualidade é lutar para que o Estado não sirva apenas a um segmento econômico, como tem feito com os rentistas ou com os interesses de grandes grupos internacionais, mas que tenha como função central a defesa da vida, do bem-estar da sociedade. É lutar para que o Estado seja um dos protagonistas de um projeto de país inclusivo e ambientalmente responsável. Um projeto que garanta ao país e a toda sua população o direito ao desenvolvimento promotor da dignidade humana para todos.

MESA DE NEGOCIAÇÃO INTERNA

Na Fiocruz, lutamos para manter o serviço de qualidade destinado à população e reduzir o impacto das recentes medidas recessivas sobre nossa estrutura e o cotidiano dos servidores, como Reconhecimento de Resultado de Aprendizagem (RRA), convocação dos excedentes do concurso de 2016, Fiocruz Saudável, FioSaúde, entre outros.

Resultado da cobrança feita pela Asfoc-SN a diversos pontos de interesse dos trabalhadores, a Coordenação Geral de Gestão de Pessoas (Cogepe) publicizou as respostas da Mesa Interna de Negociação Permanente da Fiocruz, na última terça-feira (07/07), no Fiocruz-L.

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Agenda Asfoc-SN de 10 agosto:

13 horas: Grupão de Mobilização, na sede do Sindicato 
17 horas: Ato Unificado, na Praça XV
 

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